Meu pequeno almoço (mata bicho ou café da manhã)

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Hoje, dia 2013-06-25 foi:

– Meio abacate

– Um chá de camomila

– 4 gemas de ovos do campo (só as gemas), fritas numa colher de sopa de óleo de coco.

– Uns pedaços (8) de barriga de porco fumada, frita em azeite.

– Um café expresso

 

Se toma medicamentos para o colesterol, veja este vídeo

Culpar o colesterol pelas doenças cardiovasculares é o mesmo que culpar um bombeiro pelo incêndio, só porque o mesmo foi apanhado junto ao incêndio.

O bombeiro está no incêndio para apagar o fogo. Não o podemos culpar pelo fogo.

O mesmo acontece com o colesterol. Este é encontrado na artéria/vaso sanguíneo que se obstrui, porque é uma reacção natural a um processo inflamatório. O colesterol vai tentar resolver um processo inflamatório, acumulando-se na artéria/vaso sanguíneo. Se o processo inflamatório não ocorre-se o colesterol nunca seria apanhado na cena do crime.

Resumo da reportagem:

  • Durante anos foi-nos dito que o colesterol, a gordura nos alimentos era perigosa para a nossa saúde. Recentes investigações indicam que não é assim. O facto do colesterol ser apanhado na cena do crime (está nas arterias “entupidas”) não faz dele um criminoso. O colesterol não é o culpado da ateroesclerose.
  • O colesterol é apanhado na cena do crime porque há um episódio de inflamação. E o bombeiro colesterol , que faz parte do nosso sistema de defesa, ocorre à inflamação para debelar a mesma.
  • Nos últimos trinta anos disseram-nos para não comermos gordura e nós substituímos a mesma por hidratos de carbono. O resultado está à vista. Estamos obesos, com diabetes, cancro, doenças cardíacas e cardiovasculares, as ditas doenças da civilização.
  • O colesterol aumenta a longevidade.
  • O colesterol promove a sintese de vitamina D.
  • O colesterol é precursor de hormonas essenciais ao nosso funcionamento.
  • O colesterol protege-nos com vírus e bactérias. Faz parte das nossas defesas.
  • O nosso cérebro reune a maior concentração de colesterol.
  • As nossas células cerebrais para comunicarem entre si precisam de colesterol.
  • A origem das doenças cardiovasculares está na inflamação.
  • O açúcar promove a inflamação.
  • O tabaco, o fumar, promove a inflamação.
  • As margarinas e gorduras hidrogenadas promovem a inflamação.
  • Os óleos vegetais ricos em Omega-6 promovem a inflamação.
  • A gordura animal é boa.
  • As gorduras com Omega-3 são boas.
  • Os ovos, incluindo e principalmente a gema são bons.
  • As gorduras vegetais boas são: o azeite, óleo de coco, óleo de palma.
  • Os hidratos de carbono, principalmente os refinados, transformam-se me açúcar e promovem a inflamação.
  • O chamado colesterol bom, o HDL, aumenta com a ingestão de gordura rica em Omega-3.
  • O óleo de peixe é rico em Omega-3 e essencial para a nossa sáude.
  • O LDL, o chamado colesterol mau, afinal pode ter uma componente boa, porque pode ser sub-classificado de acordo com o tamanho das suas partículas. As partículas de muito pequeno tamanho do LDL é que são perigosas. As de grande dimensão são boas e formam-se a partir da ingestão de gordura saudável.
  • As partículas de LDL de muito pequeno tamanho, as perigosas, são formadas a partir dos hidratos de carbono.
  • Os triglicéridos são o marcador mais importante, quanto mais baixo melhor. Devem estar abaixo de 150, mas abaixo de 100 será óptimo.

 

Dieta e doenças coronárias: Para quê culpar a gordura?

 

Aqui vai o índice deste livro sempre actual:

TABLE OF CONTENTS

Introduction

1. What’s so different about sugar?

2. I eat it because I like it.

3. Sugar and other carbohydrates.

4. Where sugar comes from.

5. Is brown sugar better that white sugar?

6. Refined and unrefined.

7. Not only sugar is sweet.

8. Who eats sugar, and how much?

9. Words mean what you want them to mean.

10. Sugar’s calories make you thin – they say.

11. How to eat more calories without eating real food.

12. Can you prove it?

13. Coronary thrombosis, the modern epidemic.

14. Eat sugar and see what happens.

15. Too much blood sugar – or too little.

16. A pain in the middle.

17. A host of diseases.

18. Does sugar accelerate the life process – and death too?

19. How does sugar produce its effects?

20. Should sugar be banned?

21. Attack is the best defense

 

Em 1992, o britânico John Yudkin, autor do livro “Pure, White and Deadly”,  escreveu o seguinte:

“We have to conclude that there is no substancial and convincing evidence that dietary fat or colesterol is a cause of CHD (Coronary Heart Disease). However, this conclusion is not the same as saying that we must abandon altogether the view that diet has nothing to do with causing the disease. There is indeed a dietary item other than fat for which ther is now overwhelming evidence of its involvement in production the disease. This item is sucrose (‘sugar’)”

Em Português: Nós concluímos que não existe uma evidência substancial e convicente que a gordura ou colesterol da alimentação (dieta) é a causa das doenças coronárias. No entanto, esta conclusão não significa dizer que devemos abandonar a visão de que a alimentação (dieta) não tem nada a ver com a causa da doença. Existe na realidade um elemento na nossa alimentação (dieta), outro que não a gordura, para o qual temos uma esmagadora evidência que provoca este tipo de doença. E este elemento é o AÇÚCAR.

Desde sempre, o professor Yudkin apontou o dedo ao açúcar como causa das doenças coronárias. Desde sempre inocentou a gordura, mas o lobby do açúcar foi mais forte e mais poderoso. Nos anos 70 os produtores de açúcar nos EUA, contrataram as melhores firmas de relações públicas, financiaram médicos, nutricionistas e outros investigadores para defenderem a açúcar como alimento, quando na realidade o açúcar ou os açúcares devem ser considerados substâncias tóxicas e impróprias para consumo humano.

Fonte: Diet and coronary heart disease: why blame fat?

O açúcar ou mais precisamente os açúcares têm sido a nossa desgraça.

Veja-se na figura abaixo a relação entre o aumento do consumo de açúcar e o aumento da obesidade e diabetes. A relação não está feita com doenças coronárias, mas não é, no entanto desprezível das doenças coronárias terem grande incidência junto dos diabéticos e obesos.

O mito do colesterol continua

No dia 13 de Junho de 2008, o veterano jornalista da NBC, Tim Russert, morreu de ataque cardíaco. Tinha 58 anos de idade e seu médico assistente prescrevera-lhe “statins”, ou seja, os medicamentos para baixar o colesterol, embora o seu colesterol até fosse normal. A medida era preventiva. Segundo o jornal NewYorkTimes, o jornalista também tomava medicamentos para a tensão arterial e fazia exercício de bicicleta.

Este triste acontecimento faz-nos reflectir, precisamente porque muitas outras pessoas estão em situação semelhante, tomando medicamentos para a tensão alta, para o colesterol e até fazendo algum exercício.

No entanto, é conveniente analisarmos alguns dados. O LDL do malogrado não era alto, nem o colesterol total. A proteína C-reativa era normal, sendo esta um marcador de processos inflamatórios. O seu HDL era baixo e os triglicéridos eram altos, além de ser obeso. O seu perfil lipídico era o seguinte: LDL: 68, HDL: 37, Colesterol total:105, triglicéridos 300!.

Ora um HDL baixo, triglicéridos altos e obesidade, são os marcadores de uma dieta alta em hidratos de carbono (açúcares, incluindo a fruta) e baixa em gordura. Não é de todo possível baixar os triglicéridos sem reduzir drasticamente os hidratos de carbono, incluindo a fruta e o álcool, e não é possível aumentar o HDL sem aumentar a ingestão de gordura. Tendo em atenção que as gorduras a evitar são as margarinas, ou gorduras hidrogenadas e os óleos vegetais. A excepção vai para o azeite e óleo de coco. Os óleos vegetais são maus por se oxidarem com facilidade e serem ricos em omega-6, em lugar de omega-3 que tem, entre outros, um efeito anti-inflamatório.

Devemos procurar manter os triglicéridos abaixo de 100mg/dL e o rácio, ou seja, a divisão entre  os triglicéridos e o HDL deve ser igual ou inferior a 1. Mais uma vez, para atingir estes valores e rácio, temos que cortar nos hidratos de carbono e ingerir gordura saudável.

O caso deste jornalista é um grande exemplo da ineficácia dos medicamentos para baixar o colesterol, sendo até perigosos. Os “statins”, em português estantinas, está provado que activam o gene chamado “atrogin-1”, um gene que é anormal ser activado e que prejudica directamente os músculos. Reduz a eficácia dos mesmos no exercício, não esquecendo que o coração é um músculo. Ou seja, diminuem a eficácia do coração, enfraquecem-no. Os “statins” também diminuem a produção da “coenzyme Q10”, substância vital para o funcionamento cardíaco e de todas as outras células, pois é essencial na produção de energia por parte destas. Sem esta substância a geração de energia está comprometida.

O açúcar no sangue é mais importante que o colesterol, incluindo o LDL

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Um estudo feito pelo EPIC (European Prospective Investigation into Cancer and Nutrition) veio mostrar existir uma relação entre o nível de açúcar no sangue e as doenças cardiovasculares. Este pequeno gráfico feito com base em dados do EPIC, mostra uma associação, … Continue reading

Obesidade, diabetes, hipertensão, doenças cardivasculares, Alzheimer’s

Todas estas doenças, cuja a lista não termina aqui são consideradas doenças da modernidade. Será que os nossos antepassados de há mais de 10.000 anos, antes da agricultura, sofriam destas doenças? A resposta é não!

Qualquer umas destas doenças é reconhecida como sendo uma doença do metabolismo e inflamação. Alguma coisa na nossa vida moderna está a perturbar os nossos sistemas internos cuja a evolução humana nos deixou. Anos de evolução humana estão agora a ser destruídos por um tipo de substância que se tem tornando cada vez mais prevalecente na nossa alimentação. A resposta está no açúcar ou nos açucares, e de uma forma geral o peso dos hidratos de carbono na nossa alimentação com o açúcar à cabeça.